Certificações ATEX

2 prestações de serviços ATEX:

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  • Deslocamento de nossos engenheiros especializados ATEX até seu local de produção.
  • Redação da análise de riscos específicos à sua linha de produção e suas máquinas.
  • Classificação na zona ATEX de sua usina em função das máquinas, produto tratado... Contate-nos.

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  • Caracterização de seus pós tratados em nossos laboratório: KST, EMI, LIE, LSE, Densidade, Granulometria... Amostras de 250g necessárias por características. Contate-nos.

Nosso know-how:

Palamatic é especialista no desenvolvimento e na produção de máquinas e equipamentos destinados à fabricação de produtos alimentares, químicos e farmacêuticos. Nos seus processos de produção, nossos clientes são frequentemente confrontados com caráter explosivo de diversos materiais (pós, gases, líquidos) utilizados. Os graves acidentes revelam as consequências dramáticas que uma explosão pode provocar. Uma vez que a atmosfera é explosiva, basta uma minúscula faísca (por exemplo, oriunda de um interruptor elétrico ou do aquecimento de um componente da máquina) para causar um acidente ou uma catástrofe. 

Há muitos anos, autoridades e industriais trabalham para definir parâmetros de normas de segurança para reger as condições de trabalho em locais perigosos, onde a atmosfera é explosiva. A União Europeia estabeleceu normas, chamadas Diretivas ATEX, relativas à medidas de segurança em atmosferas potencialmente explosivas, que entraram em vigor em 1° de julho de 2003.  Hoje, PALAMATIC oferece seu know-how para classificar locais em zonas de risco em função da natureza, da frequência ou da duração de uma norma ATEX. As zonas de risco de explosão uma vez identificadas, são assinaladas com um painel de  advertência previsto pela regulamentação.

PALAMATIC define junto com você, medidas de proteção e de prevenção adaptadas, levando em conta todos os aspectos de sua instalação. Um documento relativo à proteção contra explosões será redigido e acrescentado ao Documento Único de Avaliação de Riscos Profissionais.

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Diretiva ATEX

Saiba mais sobre as Diretivas ATEX:

A partir de 1° de julho de 2003, todos os industriais responsáveis pela fabricação, utilização ou distribuição de materiais deverão estar em conformidade com as exigências essenciais de segurança e saúde previstas por estas duas diretivas.

  • Diretiva 94/9/UE : logo pdf
    Ela trata da livre circulação do equipamento a partir de sua entrada no mercado.
    Ela se dirige aos designers de equipamentos que são utilizados em atmosferas explosivas.
     
  • Diretiva 1999/92/UE : logo pdf
    Ela trata da segurança dos trabalhadores no local de trabalho com risco de explosão.
    Ela se dirige aos utilizadores e fixa presprições mínimas à serem respeitadas pelo chefe do estabelecimento em matéria de segurança dos trabalhadores suscetíveis à exposição à atmosferas explosivas.
    Ela impõe a classificação em zonas e a adequação do estabelecimento.
     
  • Definição de uma atmosfera explosiva (ATEX) : logo pdf
    Uma ATEX é "uma mistura de ar em condições atmosféricas com a presença de substânicas inflamáveis, em forma de gás, vapor, neblina ou poeira, em que após a inflamação, a combustão se propaga no resto da mistura não queimada".

É importante ressaltar que ATEX pode existir:

  • Em um ambiente aberto: sua inflamação criará essencialmente um efeito térmico
  • Em um ambiente fechado: sua inflamação criará efeitos térmicos e de aumento de pressão
 

Classificação

ZONAS DE POEIRA

Zona 22

Local onde não é provável a formação de uma atmosfera explosiva sob a forma de uma nuvem de poiera combustível em uma operação normal. E, caso isto ocorra, durará apenas por um curto período.
Por exemplo, podem ser classificados na zona 22, locais situados em torno de equipamentos contendo poeiras, onde há escapamento de poeira devido à defeitos no sistema de vedação, ou mesmo onde há um acúmulo de poeira em grandes quantidades.

Zona 21

Local onde é  provável a formação ocasional de uma atmosfera explosiva sob a forma de uma nuvem de poeira combustível, em uma operação normal.
Por exemplo, podem ser classificados nesta zona, locais situados em torno de dispositivos de despoeiramento, de estações de carregamento e de depósitos de poeira, onde é ocasionalmente provável a concentração explosiva de poeira combustível misturada com ar, em uma operação normal.

Zona 20

Local onde uma atmosfera explosiva sob a forma de uma nuvem de poeira combustível se forma no ar, permanentemente, durante longos períodos ou frequentemente.
Por exemplo, estas condições se manifestam unicamente no interior de recipientes, de canalizações, de aparelhos... A princípio, esta zona compreende somente o interior dos equipamentos (moinhos, secadores, misturadores, tubos de refluxo, silos...), já que, nestes locais, é provável a formação de uma quantidade considerável de poeiras de mistura explosiva,  permanentemente, durante longos períodos ou frequentemente.

ZONAS DE GÁS

Zona 2

Local onde não é provável a formação de uma atmosfera explosiva de uma mistura de ar de substâncias inflamáveis sob a forma de gás, vapor ou neblina, em uma operação normal. E, caso isto ocorra, durará por um curto período.
Por exemplo, podem ser classificadas na zona 2, os locais situados em torno das zonas 0 ou 1.
Observação: não são considerados perigosos os locais próximos de canalizações dentro das quais são transportadas substâncias inflamáveis, que passam somente e permanentemente por canalizações vedadas tecnicamente.

Zona 1

Local onde é provável a formação ocasional de uma atmosfera explosiva constituída de uma mistura de ar de substâncias inflamáveis sob a forma de gás, vapor ou neblina, em uma operação normal.
Por exemplo, podem ser classificados na zona 1:

  • O ambiente próximo da zona 0
  • O ambiente próximo à aberturas para carregamentos
  • O ambiente em torno de aparelhos ou tubos frágeis em vidro, cerâmica ou outros materiais similares, exceto se o conteúdo apresenta um risco muito pequeno de formar uma atmosfera perigosa
  • O ambiente em torno de caixas de estanque que não estejam suficientemente vedadas, próximas de bombas ou alimentadores
  • O interior de equipamentos como evaporadores ou reatores

Zona 0

Local onde uma atmosfera explosiva constituída de uma mistura de ar de substâncias inflamáveis sob a forma de gás, vapor ou neblina, se forma no ar, em uma operação normal, permanentemente, durante longos períodos ou frequentemente.
Por exemplo, geralmente, as condições da zona 0 ocorrem somente no interior de recipientes ou de aparelhos (evaporadores, reatores...), mas podem também ocorrer nas proximidades de áreas de ventilação ou outras aberturas.

RESUMO:

 

Probabilidade de um ATEX Alta Média e fraca Muito fraca Improvável
Duração > 1000 horas/ano 10 < horas/ano < 1000 1 < horas/ano < 10 1 < horas/ano
Definições Locais onde uma atmosfera explosiva é presente em permanência ou durante longos períodos ou frequentemente Locais onde uma atmosfera explosiva é provável de se formar ocasionalmente em uma operação normal Locais onde uma atmosfera explosiva não é provável de se formar em uma operação normal, e, caso ela se forme, não dura muito tempo (operação normal previsível) Locais não perigosos
Gás e vapores Zona 0 Zona 1 Zona 2 Fora de Zona
Poeiras Zona 20 Zona 21 Zona 22 Fora de Zona

 

Exemplo de código de marcação:

marquage atex palamatic process

 

Glossário

  • ATEX : atmosfera explosiva, mistura de gás, vapor ou de poeiras inflamáveis no ar.
     
  • GRANULOMETRIA : diâmetro médio de partículas de poeiras, medido habitualmente com o auxílio de um dimensionador à laser, ou determinado por peneiramento. O risco de explosão é considerado quando o diâmetro das partículas é inferior à 300 microns.
     
  • LIE : limite inferior de explosividade, concentração mínima de gás ou de poeiras no ar abaixo da qual não pode haver explosão.
     
  • LSE : limite superior de explosividade, concentração máxima de gás ou de poeiras no ar acima da qual pode haver explosão.
     
  • FLASH POINT : temperatura mínima àquela em que um líquido emite vapores capazes de se inflamar. A determinação se faz em copo aberto ou fechado.
     
  • TAI : temperatura de auto-inflamação; em condições de testes específicos, temperatura mais baixa de uma superfície quente que ao contato de uma mistura combustível/comburente se inflama espontaneamente. Para todas as poeiras existe uma TAI em nuvem ou uma TAI em camada.
     
  • EMI : atmosfera explosiva, mistura de gás, vapor, ou de poeiras inflamáveis no ar.
     
  • DENSIDADE (de um gás em relação ao ar) : relação entre a massa do volume do gás ou do vapor e a do ar, nas mesmas condições de temperatura e de pressão.
     
  • KST : coeficiente de explosão de poeiras, velocidade máxima do aumento da pressão, multiplicada pela raíz cúbica do volume do recipiente, nos testes de explosão da mistura combustível/comburente mais reativa.
     
  • KG : coeficiente de explosão do gás, velocidade máxima do aumento da pressão, multiplicada pela raíz cúbica do volume do recipiente, nos testes de explosão da mistura combustível/comburente mais reativa.
     
  • PMAX : pressão máxima de explosão, pressão máxima (medida geralmente em relação à pressão atmosférica) obtida em um reservatório fechado na explosão da mistura combustível/comburente mais reativa.
     
  • CLO : concentração limite de oxigênio, valor abaixo daquele em que não há mais oxigênio para garantir a transmissão da inflamação em uma dada mistura.